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    De volta, início da faculdade

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    ScramblerLane
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    03102017

    De volta, início da faculdade

    Mensagem  ScramblerLane

    De volta a Portugal. Finalmente entrei na faculdade que eu queria, passado um bom tempo.  2 anos a tentar ir para o meu curso, mais 1 para a faculdade que eu queria. Felizmente não perdi tempo na mudança de cidades. Foram uns 3 anos bastante marcantes. 3 anos. Parece que foram mais.

    Como sempre, um texto enorme. Não consigo evitar! Agradeço a quem tenha a paciência de ler isto tudo.

    Antes de entrar na faculdade, tinha dito a mim mesmo que nos primeiros 60 dias, não ia me fazer a nenhuma rapariga, mas teria que tentar conhecer/criar relações com o maior número de pessoas possível. Sei que vocês não concordam com isto, e não me parece que vá seguir esta estratégia. É mais um truque mental. Só que conhecendo a mim mesmo, o conceito ajuda-me a relaxar o que faz-me mais atraente. Nos meus outros anos de faculdade, eu estava logo à procura desde o início da rapariga especial e focava imediatamente, talvez até aplicava-se a amigos. Eu metia a ideia de conquistar a rapariga na cabeça e por isso sentia imensa pressão a falar com ela, porque achava que se eu fosse apenas um amigo (independentemente do tempo), iria para a friendzone. Não era nenhum creep, nem o pickup guy, nunca fui. Simplesmente era o meu objetivo, e deixava-me mais envergonhado. Não deu em nada, apenas no último ano quase um KC. Por isso pareceu-me que se eu tivesse tentado ser amigo delas primeiro, era meio caminho andado porque estariam à vontade comigo, eu estaria à vontade com elas, para estarem a sós comigo e a partir daí seria mais fácil. Este último quase KC não veio parar aqui porque não estava a vir ao fórum após um breakup, grande erro.

    -Primeira semana de aulas (semana passada): Eu metia conversa com toda a gente. O início era sempre básico, e irrelevante. Nem me lembro, mas sabia que podia dizer qualquer coisa que daí levaria para outro assunto. Sempre metia conversa quando possível com as pessoas que estivessem sentadas perto de mim e na fila do almoço. Também participei em atividades fora das aulas e conheci mais pessoas. Com o tempo a minha memória melhorava, mas sempre que podia anotava nomes no telefone. No final da semana, tendo o meu objetivo sido “falar com toda a gente”, estava bastante contente porque sabia que a minha performance foi muito acima da média. Apesar de uma possível negatividade, eu consigo admitir a mim mesmo que possivelmente era o “caloiro” que mais pessoas conhecia apesar de não estar na praxe, e duvido que muitas pessoas metam conversa tão fácil como eu essa semana.
    Momentos mais relevantes:
    - 1)Sexta-feira, festa da faculdade. No dia anterior estava sentado num banco e ouvi duas pessoas a falar em inglês. Estava super cansado, a dizer a mim mesmo “esquece, já chega por hoje”, mais por cansaço do que outra coisa. No entanto, lá apertei o botão “foda-se” e meti conversa com eles. São de erasmus, gostei deles(1H+1M) e acabaram por ser com quem eu fui para a festa, o que é o mais surpreendente. Desta maneira não tive que me forçar a nenhum grupo, eu próprio sugeri que fossemos. Sabia que ia encontrar gente conhecida lá, mas não queria me juntar a nenhum grupo para ir para lá. No local, conheci o buddy dela, e depois na fila para comprar uma bebida meti conversa com os dois que estavam à minha frente (2 italianos, homem e mulher) . Estavam sozinhos e acabei por juntá-los ao nosso grupo, e ficaram connosco mais umas horas. Trocamos facebook, e hei de combinar algo. Na festa em si, estava eu, a rapariga e buddy dela. Ela tinha namorado mas percebi que ela era super desinibida no sentido que não queria saber o que os outros pensavam e era fiel. Eu não tinha qualquer interesse. No entanto, senti peer pressure dela para ir dançar com outras raparigas. Ela era quase a minha coach e apontava raparigas giras para mim. Ao todo foram 3.
    3 approaches da festa:
    - 1 rapariga que era de erasmus na minha faculdade pelos vistos, dançamos, e a coisa parecia estar a ir bem, mas depois as amigas a puxaram. O ideal acho que era ter falado com o grupo delas e depois ido embora, e depois voltava lá e avançava (que parece-me uma melhor estratégia para club game em geral).
    - 1 rapariga que estava num mixed set, eu estava no meu grupo. Estiquei o meu braço e dei-lhe um toque no ombro, sem sair do meu lugar, e fiz um gesto com a mão para ela vir ter comigo (estilo matrix). Ela riu-se e sinalizou não com a cabeça. Eu poderia estar a sorrir mais, mas também ir lá falar com ela depois do IOD não me parecia ideal. Outra vez, poderia ter ido falar com o grupo antes, saído e voltado depois. Ou, depois desse IOD, voltava lá passado um tempo a fazer uma piada self-depricating meio lá, meio a ir embora.
    - 1 rapariga que está num grupo só de raparigas. Estava no telemóvel. Eu estendi a mão logo para ela e disse-lhe “acho que sou mais interessante do que o teu telemóvel” com um smirk. Sei que poderia ter retirado o “acho”, mas como eu achei muito engraçado funcionou na mesma. Parecer modesto até pode insinuar mais confiança, como por exemplo: perguntarem ao homem mais forte do mundo, “consegues levantar aquela barra?” e ele sabe que sim, por isso diz “ya, acho que sim”. Ele próprio acha engraçado dizer isso porque é óbvio a verdade. Puxei-a e começamos a dançar bem forte, passado um tempo ela meio que se afastava, sempre a rir, mas eu puxava-a de volta e ela parecia gostar disso. Dei-lhe um beijo no pescoço e ela gostou, só que passado um tempo as amigas puxaram-na . Devia ter parado a dança eventualmente, falado com 1/2 amigas dela, ria-me e ia-me embora. Passado um tempo lá voltava e dizia, “ então, ficaste este tempo todo aqui à minha espera?” e voltava à carga.
    No final quando estava só eu e a rapariga de erasmus e eu disse-lhe o que se passou ela disse que não entendia porquê que as raparigas agiram assim, porque ela acha que eu sou “so fucking cute”. Isto não quer dizer nada, ela simplesmente é bastante honesta como já me disse. Ela disse que talvez as raparigas era novas e tinham pouca experiência, ou já estavam interessadas em outro rapaz. Depois ela disse que para a próxima temos de ir para um lugar com mulheres mais velhas!  Laughing O que gostei foi que se ela não me tivesse apontado para aquelas raparigas, eu não iria falar com elas, porque achava que eram giras demais. E como não queria parecer mal à frente dela, ia lá sempre. Grande coach!
    Outros momentos da primeira semana:
    2. Estava com uma colega a almoçar, chega uma rapariga da minha idade e começo a falar com ela, eu meto conversa, eu e ela estávamos meio que a gozar um com o outro, gostei do sentido de humor da rapariga. E era girinha.
    3. Uma rapariga que meti conversa com numa teórica, ria-se bastante do que eu dizia e era gira também. Depois disso não a vi mais até ela me mandar passado uns dias, uma mensagem no face a perguntar se eu costumava estudar na faculdade. Ela no insta tem algumas fotos com um namorado, mas já foram há algum tempo e podem ter acabado.  Respondi-lhe um bocado, conversa muito básica, superficial ainda… sabia que tinha de responder e não podia ser seco para ela achar que eu estava interessado, pouco a pouco. Só que houve uma altura em que eu respondi-lhe e ela abriu e não respondeu durante um dia.  Ela passou por mim na biblioteca e eu sorri e lhe fiz adeus como se tudo estivesse tranquilo e nem me tivesse apercebido de nada, e ela também. No dia a seguir, mandou-me mensagem a dizer: “Ah nem te cheguei a rsponder! etc. ”(ainda por cima com um erro ortográfico de propósito).  Eu respondi-lhe, não fiz referência ao fato de ela não responder, e fui simpático mas não lhe fiz nenhuma pergunta nem entrei no modo “isto é uma entrevista, tu respondes e eu não quero que a conversa acabe”.  Também não lhe dei assunto para falar, mas se ela quisesse podia mudar de assunto que eu respondia, mas não ia chase. A minha irmã disse-me que o que ela fez era um power play, e acredito, e ela acho tudo um bocado estranho. Não me respondeu e não precisava.  Passado uns dias, via-a perto de onde eu estava, mas não fui falar com ela, ela estava rodeada de pessoas, e pensei que ela também me podia ter visto e ignorou-me.
    4. Apercebi-me que uma amiga minha que estuda na faculdade tem muito em comum comigo.
    5. Tive um momento altruísta, um rapaz disse-me que a “aquela (apontou para a frente da sala)” rapariga era a crush dela da faculdade (caloiro já alerta Laughing ), e eu disse-lhe “meu se ela estivesse aqui (nos lugares) eu juro que metia conversa com ela e introduzia-te” , depois passado um tempo vi que ela estava atrás de nós, e meti conversa e meti-o na conversa. Ele parecia que tinha visto um grande display de confiança.
    6. Fiquei a falar com uma rapariga durante uma aula, e depois acabamos por almoçarmos juntos na cantina. Foi a rapariga da faculdade que achei que tinha sido mais próximo de uma amiga, porque não foi conversa aleatória de 5 minutos. Também é girinha, e achei que poderia sair dali alguma coisa. Só que depois esta semana eu a sair de uma aula e ela a entrar, começou a falar com 2 raparigas que eu estava com e nem olá me disse, mesmo depois de eu dizer “então tudo bem?”. Ou está tão interessada que tem medo de mostrar qualquer interesse ou foi simplesmente mal-educada.
    7. Tenho uma aula em que o meu grupo é bastante divertido.

    Esta segunda semana já não estou tão conversador.
    Também estou mais cansado, mas comecei a pensar mais para a frente e a sentir algum medo de mostrar interesse em alguma das raparigas. Eu estou em 2 anos diferentes, e por isso não há nenhum grupo de pessoas que eu veja todos os dias, é chato. Sinto que conheço muitas pessoas mas depois vejo-as no corredor e só dá tempo para um “olá X, tudo bem?” e continuar a andar. Também costumo sempre falar da faculdade.


    Overall:

    Fico contente com o meu verão, passei tempo com o meu pai que não costumo já que ele trabalha lá. O meu francês subiu de nível (duolingo muito recomendado para quem quiser), só preciso é de nestes tempos criar uma rotina ou organizar o meu tempo melhor.

    Sobre a faculdade, fico orgulhoso pela minha primeira semana apesar de ser uma confusão.
    Especialmente a coincidência de me sentar num banco onde as pessoas do lado seriam a minha companhia para sair à noite no dia seguinte. Foi difícil pensar longo termo, não querer tudo agora e primeiro conhecer pessoas o que me parece importante na faculdade.  Sei que é uma estratégia boa, é preciso conhecer várias pessoas e depois filtrar, do que simplesmente nos darmos com quem está na nossa turma.

    Sobre raparigas:
    Um aspeto positivo foi que na primeira semana tinha uma espécie de “abundância de escolha”. Não ando com várias, mas sentia que havia várias raparigas giras, potencialmente interessantes que eu fui conhecendo e não ficava apegado logo a nenhuma. Há varias que eu posso me interessar por.  
    A das mensagens , vamos chamá-la de R, parecia-me interessada, e eu acho-lhe alguma piada, só que não achei boa ideia andar atrás dela enquanto ela me ignorava. Devo esperar, ver se ela diz alguma coisa, ou quando a vir nas aulas vou cumprimentá-la e falar de alguma coisa? É suposto ser eu a mostrar interesse?
    Há outras também. Umas que já falei mais com, outras pouco. Não sei o que fazer agora. Há várias bonitas e que me interessam, mas não parei para pensar qual a que me interessa mais. O que devo fazer agora?

    Eu neste momento não sei o que fazer em geral.

    Quais são alguns tópicos que posso falar sobre, ou perguntas que posso fazer, para as conversas não reverterem sempre para assuntos monótonos tipo faculdade?

    Sei que para os meus conhecidos se tornarem amigos tenho de passar mais tempo com eles, e algo que acelera esse processo é combinar coisas com eles, especialmente fora da faculdade.



    1)Fico com receio de convidar pessoas que acham que me conhecem pouco por isso estranhariam o convite;
    2)Também às vezes gostava de sugerir de irmos almoçar fora da faculdade algures mas tenho receio que alguém ache caro (tipo 8€ uma vez) e depois fique a achar que eu sou algum riquinho (que não sou) e já me fique a julgar e na minha mente já não se dê comigo.
    3)As pessoas que eu convide podem não estar relacionadas umas às outras, e depois não sei se se dariam bem ou não, ou se estariam à vontade. Algumas dicas?

    Não estou a conciliar bem o estudo e o resto. Até acho que é pouco para estudar comparado ao que eu conseguiria aguentar, mas eu sei que eu quero ter boas notas e para isso preciso investir tempo e ser um bocado “anti-social”. Só que sempre que estudo, acho que “não estou a aproveitar a vida e a ser anti-social”. O que sugerem?

    Obrigado a quem leu! Eu demoro a vir aqui porque perco sempre 2 horas a escrever um texto.
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    Mensagem em Seg Out 09, 2017 10:56 am  Martini Man

    ScramblerLane escreveu:
    Martini Man escreveu:
    ScramblerLane escreveu: E também não posso avançar com uma amiga da minha irmã. Só se um dia a minha irmã me disser que acha que a F está interessada em mim; aí já não fui eu que me meti com uma amiga dela, mas sim ao contrário.
    .

    Vou nomear esta frase para  a categoria de "Frase Parva do Ano". Consegues perceber porque?

    Desculpa, mas não percebi.


    .

    Então eu explico: A ideia subjacente a essa frase ás vezes também aparece ligada a pessoas que se conhecem via CS. E e essa ideia de fundo é :

    - Se isto der raia (Leia-se: NAO CASAR E TER FILHOS) o nosso amigo comum/irmão vai ficar chateado connosco e a outra pessoa com ele.

    O que:
    1 - É completamente estupido
    2 - NUNCA foi observado
    3 - Como é que achas que tu nasceste?.

    Imagina o seguinte: Vais aos meus anos e conheces a Alexandra. Trocam números/face, tal e coisa, conversa aqui e ali e vão sair (E atenção: como eu não sou [b]dono
    da Alexandra nem de ti - A escravatura já foi abolida, não sei se já reparaste... - Não tenho nada a ver com isso, nem tenho de saber disso!) A coisa corre bem e começam a andar.

    Um belo dia vocês dois a aparecem de mao dada e ai faço uma de duas coisas: Se for um gajo normal (assim na base de 90% da população mundial...) fico contente. Se for um atrasado mental (ou andava arrastar a asa á Alexandra...) fico chateado convosco. Neste segundo caso recomendo vivamente cagarem para mim.

    Vamos partir do principio que é a primeira reação.

    Vocês continuam a andar e ao fim de algum tempo (não interessa quanto) vocês acabam. (Também não interessa o motivo!)

    E agora tenho 2 perguntas:

    1 - Que razão tenho eu para me chatear com vocês por terem acabado? Pensa lá com força a ve se encontras alguma.
    2 - Que razão tem algum de vocês de ficar chateado comigo por eu vos ter apresentado?

    E a resposta a ambas as perguntas é NENHUMA!

    No outro post dizes que tens medo que a tua irmã pense que te estas a fazer ás amigas todas dela, mas, Scramble, a tua irmá é capaz de ter mais do que essa amiga, não? E se assim, for fazendo-te a esta não te estas a fazer a TODAS. Então o porque desse medo?

    E já para que saibas é normal haver namoros que começam por causa de amigos comuns ou irmãos. O teu caso não seria o primeiro do mundo, nem viria nos telejornais.

    O que nos lança na terceira razão lá de cima:

    3 - Como é que achas que tu nasceste?.

    Scramble, antigamente, antes dos tinders e dos PU, as pessoas conheciam-se através uns dos outros. Os amigos do irmão com as primas, a irma mais nova do amigo, filhos de colegas de trabalho. Se tederes ao trabalho pergunta na tua família, a tios e avos como é que eles se conheceram e vais perceber uma coisa:

    - ELES NAO ACREDITARAM EM FRASES PARVAS!




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    Mensagem em Seg Out 09, 2017 12:36 pm  ScramblerLane

    sapedro escreveu:
    1. Se há coisa que nunca pensei ver neste fórum é uma frase desse calibre. Agora tens que andar a justificar-te à tua irmã ou a seja quem for pelos teus desejos e interesses?

    2. Não sei se a tua amiga Erasmo não está é ela interessada mas é...

    1. Pronto. Não preciso da permissão dela, mas preciso de pelo menos avisá-la eu acho. Nós falamos muito um com o outro sobre relações, ela sabe em geral tudo meu e eu dela. E como eu quero que ela continue a me contar de rapazes (só para saber que não se passa nada de errado), tenho de lhe avisar. É a nossa relação. Agora, ok, pronto não preciso de permissão. O que eu acho que vai acontecer, é ela ficar chateada, mas não por eu gostar da amiga dela. É por medo. Nunca me admitiu isto, mas acho que ela fica com medo que não corra bem, eu fique mal e depois fique estranho entre ela e a amiga.

    2. Duvido. Ela é assim com todos, e disse-lhe das 2 raparigas, e incentivou-me a comer raparigas. Ela é simplesmente assim, quando a conheci disse-me que tinha um "sorriso bonito". Na hora achei que era algo, mas vi que ela é assim com todos, e explicou-me que por ser assim tem medo que o buddy de erasmus dela esteja interessado. E, gosta muito do namorado.
    Mesmo se estivesse, que se lixe. Combinei de ir almoçar com ela e vamos ver os conselhos que ela me dá.
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    Mensagem em Seg Out 09, 2017 12:43 pm  ScramblerLane

    Ok Martini. Vejo o teu lado. É estúpido. O medo vem de mim principalmente.

    Pronto siga. Só não quero fazer merda como fiz da outra vez. Da outra vez devia ter ouvido a minha irmã e não ouvi. Por isso é que fico com receio.

    Eu é que estou traumatizado por ter assustado a última miúda por ir muito rápido.

    O que faço agora?
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    Mensagem em Seg Out 09, 2017 12:46 pm  ScramblerLane

    E mais, não sei onde estou na interação. Não sei se houve interesse da parte dela, ou conforto...
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    Mensagem em Sab Out 14, 2017 11:24 pm  The Alchemist

    ScramblerLane escreveu:E mais, não sei onde estou na interação. Não sei se houve interesse da parte dela, ou conforto...

    Mystery dixit "Se não sabes onde estás, estás em A3"
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    Mensagem em Dom Out 15, 2017 12:31 am  ScramblerLane

    The Alchemist escreveu:
    ScramblerLane escreveu:E mais, não sei onde estou na interação. Não sei se houve interesse da parte dela, ou conforto...

    Mystery dixit "Se não sabes onde estás, estás em A3"

    Wow, incrível comentário.

    Onde visto isso, e há alguma lógica por trás disso?

    Também honestamente se o Mystery disse... é quase lei.
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    Mensagem em Dom Out 15, 2017 12:39 am  ScramblerLane

    Entretanto contei à minha irmã, no início estranhou mas depois aceitou e está tranquilo. No entanto sei que não devo pressioná-la para combinar coisas com a rapariga, e não o fiz. Esta semana foram tomar café mais uma amiga, e concordamos que era melhor ficar em casa. Especialmente sabendo que com a minha irmã, vou ver a rapariga outra vez de certeza.

    Vou esperar mais uns dias, ver se combina sem eu dizer nada, desde que lhe contei não mencionei mais a rapariga. Depois falo com ela, também não é nada demais. Só quero parecer super tranquilo acerca do assunto.

    O ideal era ir sair à noite + pré. Senão, vai ser um bowling ou algo assim. Quando souber aviso, de qualquer maneira vou seguir o conselho do Alchemist, que não sei porquê acho que foi mesmo um nugget de ouro porque já me fiz essa pergunta mil vezes. Próxima vez chego lá , converso mais com ela e demonstro interesse.

    Uma pergunta de rookie: Os estágios do Mystery Method mantêm-se? Se eu estava em A3 antes, 2 semanas depois ainda estou?
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    Mensagem em Dom Out 15, 2017 12:44 am  The Alchemist

    ScramblerLane escreveu:"Onde visto isso, e há alguma lógica por trás disso?

    Também honestamente se o Mystery disse... é quase lei.

    Foi ele quem mo disse.

    Entretanto vi a tua pergunta. Cada estágio tem um timing. A2 são 2 a 5 minutos. A3 Pode durar meses.

    If you name yourself a Christian, you have to follow the word of our lord Jesus Christ

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    Mensagem em Dom Out 15, 2017 1:15 am  ScramblerLane

    Não entendi muito bem a tua explicação.

    Como assim? Se chegaste ao A3(mas não o passaste), e fores estar com ela. Estás no A3?

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    Mensagem em Dom Out 15, 2017 4:40 am  The Alchemist

    ScramblerLane escreveu:Não entendi muito bem a tua explicação.

    Como assim? Se chegaste ao A3(mas não o passaste), e fores estar com ela. Estás no A3?


    Sim. Estou à procura das minhas notas para te responder com mais precisão. Tem um pouco de paciência xD

    Ok, encontradas. A3: 8 a 12 minutos (CONTÍNUOS). Acaba quando houver empatia suficiente para estarem os dois sozinhos numa situação possívelmente sexual. Aí estás em C1. Convidou-te para ires a casa dela: C1. Convidou-te para ires a casa dela com mais 8 amigas - FZ. Volta à casa de Partida.

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    Mensagem em Dom Out 15, 2017 2:04 pm  ScramblerLane

    The Alchemist escreveu:Acaba quando houver empatia suficiente para estarem os dois sozinhos numa situação possívelmente sexual.

    Como sei que já há empatia suficiente? Porque em social circle dás-te com toda a gente, eles todos têm algum nível de conforto contigo.

    Ou seja em A3 é pôr-la a falar mais, mais pausas, mais silêncio... e dou a minha opinião sobre o que ela diz. Se for mau, exagero, gozo... Se for bom também mostro muito entusiasmo. Quando sei que isto acabou? Algum teste?

    Achas que após ela estar a falar e qualify algum tempo, eu dizer "gosto da tua voz, falas sempre assim, ou depende do ambiente?" é um bom statement sendo verdade?

    Porque quero que ela perceba que estou interessado sem pôr imensa pressão nela e ser muito óbvio para os outros. Basta tocar-lhe algumas vezes que ela percebe?

    Um dos meus sticking points é: passo imenso tempo a ser normal divertido, e ela lá fica interessada. Mas eu da minha parte só digo "eu também gosto imenso disso", talvez uns toques... e depois se ficar com o número ligo e na minha mente é um grande salto, e ela só descobriu agora que eu estava interessado. Ou passo o tempo todo a dizer essas coisinhas e depois mando um grande IOI.

    Como progressivamente mostro mais o meu interesse, quanto é suficiente para ela saber que eu estou interessado, de forma a que quando ela receber a minha chamada faz todo o sentido? O que posso fazer, mais para a frente, para ter a certeza que ela percebeu?

    Isto num contexto de SC, porque na discoteca percebem logo.
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    Mensagem em Dom Out 15, 2017 4:34 pm  The Alchemist

    Eu tenho QUASE a certeza que perguntei isso ao Mystery e não anotei a resposta. mas tomei outra nota que talvez te ajude: Quando estás em C1 podes pedir permissão ás suas amigas para a isolares. Ou seja, reconheces a tua entrada em C1 pelo comportamento de 3ºs: Se as amigas (nomeadamente, a tua irmã) vos deixam propositadamente sozinhos, estás em C1.

    Uma vez um amigo disse-me que uma rapariga o convidou para um date. Fui deixá-lo ao date mas quando lá cheguei, a rapariga trazia uma amiga. A amiga não se foi embora até ao fim da noite. O meu amigo estava em A3 (e não em C1).

    (recorreres a elementos externos como forma de análise indirecta é um bom método. Por exemplo, reconheces que estás em FZ  quando a gaja em causa NÃO te apresenta amigas)
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    Mensagem em Dom Out 15, 2017 10:04 pm  ScramblerLane

    Ok, isso é um bom indicador.

    No entanto, nesta situação em particular, a minha irmã sabendo, e irei informar alguns dos meus amigos, eles provavelmente nos deixariam a sós porque sabem o que se passa.

    Ou estás a tentar dizer que, uma rapariga, ou a minha irmã, mesmo sabendo que estou interessado, não me deixariam sozinho com ela até acharem que a F está no ponto certo? Tipo isso?

    Achas que os meus amigos nos deixarem sozinhos é um DHV? Porque ao não interromperem os amigos estão a dizer "nós sabemos o que se passa, fiquem juntinhos?".

    A que ponto devo isolá-la? Tamos num jantar e digo "estou com calor quero ir um pouco lá para fora. Vens comigo?"
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    Mensagem em Dom Out 15, 2017 10:15 pm  sapedro

    Tens que ser tu no momento a perceber e a decidir. (In)felizmente para isso não há receitas abstractas.
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    Mensagem em Dom Out 15, 2017 10:53 pm  The Alchemist

    ScramblerLane escreveu:Ok, isso é um bom indicador.

    No entanto, nesta situação em particular, a minha irmã sabendo, e irei informar alguns dos meus amigos, eles provavelmente nos deixariam a sós porque sabem o que se passa.

    Ou estás a tentar dizer que, uma rapariga, ou a minha irmã, mesmo sabendo que estou interessado, não me deixariam sozinho com ela até acharem que a F está no ponto certo? Tipo isso?

    Achas que os meus amigos nos deixarem sozinhos é um DHV? Porque ao não interromperem os amigos estão a dizer "nós sabemos o que se passa, fiquem juntinhos?".

    A que ponto devo isolá-la? Tamos num jantar e digo "estou com calor quero ir um pouco lá para fora. Vens comigo?"

    Pergunta 1 - Sim. Se a tua irmã é amiga dela, não vos deixa sozinhos excepto se pressentir ou achar (ou souber) que está no ponto.
    Pergunta 2 - Sim. Se pelo contrário se intrometerem na vossa cena é um DLV - está implicito que não confiam em ti ou não te consideram um Partido suficientemente apelativo para a gaja (Tipo cockblock).
    Pergunta 3 - depende. Podes ser directo: dizes aos empatas "Vou levar a vossa encantadora amiga a dar uma volta". Há o clássico "anda fumar". Mas se ela estiver apenas centrada em ti e existir um nível de entropia externo suficiente, olha-la nos olhos e usas a minha pick-up line favorita de todos os tempos.

    "Vem"

    E ela vai

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    Mensagem em Dom Out 15, 2017 11:56 pm  ScramblerLane

    É isso.

    Gostei muito da do "vem". Claro que isso como disseste é preciso de alguma entropia externa. No entanto já sei o que fazer quando isso acontecer. Quando dizes entropia externa é ou seja "tanta confusão e barulho que se sairmos não notam"?

    E se não houver? A do "estou com calor" é muito direto?

    E numa discoteca rodeado de amigos? Foi o que me aconteceu. Todos nós já vimos amigos a se comerem por perto, mas é sempre melhor isolar. Nós tinhamos o bar mesmo do lado por isso não fazia sentido "ir ao bar".

    E o objetivo é o pessoal restante não perceber? Porque aquilo tinha dois andares, poderia ter dito para irmos lá em baixo dar uma olhada mas acho que era muito obvio.

    Claro que já percebi (ou seja, temporariamente estou a ver as coisas com mais clareza), recentemente que isto tudo é só discussão "teórica" antes de acontecer. Na hora que isto aconteceu eu devia ter feito qualquer coisa. E se voltar a acontecer, eu vou lá e vejo no que dá.
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    Mensagem em Seg Out 16, 2017 12:03 am  ScramblerLane

    sapedro escreveu:Tens que ser tu no momento a perceber e a decidir. (In)felizmente para isso não há receitas abstractas.

    Pois. Tenho que me forçar a acreditar que naquela noite, se eu tivesse tentado da maneira que eu achava melhor, mas sempre confiante, mesmo se não houvesse KC ela teria me "perdoado" e da próxima vez estaria tudo "normal e não estranho", mas melhor porque ela sabia que eu estava interessado.

    Tenho de acreditar que qualquer coisa que eu faça que me pareça melhor, vai fazer as coisas andarem para a frente desde que eu não faça merda grande.
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    Mensagem em Ter Out 17, 2017 9:51 am  Martini Man

    ScramblerLane escreveu: mesmo se não houvesse KC ela teria me "perdoado"

    Exemplo perfeito da mentalidade Calimero...

    Perdoado, porque? Porque tu ias inocular-lhe um Alien na barriga a partir do vosso beijo? Só pode...

    Esse perdoado denuncia a quantidade de merdas parvas (been there do that) que tens na cabeça a começar pela " Eu vou-lhe roubar uma coisa"; até ao "Eu não presto pra ela". Enquanto não resolveres isto não vai a lado nenhum
    avatar

    Mensagem em Ter Out 17, 2017 11:31 am  The Alchemist

    Martini Man escreveu:

    Perdoado, porque?  Porque tu ias inocular-lhe um Alien na barriga a partir do vosso beijo? Só pode...

    Esse perdoado denuncia a quantidade de merdas parvas (been there do that) que tens na cabeça a começar pela " Eu vou-lhe roubar uma coisa"; até ao "Eu não presto pra ela". Enquanto não resolveres isto não vai a lado nenhum

    O que é fruto da mentalidade cultura androfóbica dos dias de hoje (e não só?).
    Isto não vai muito fora daquilo que eu passei 95 % da minha vida a acreditar. Que a actividade sexual é uma coisa para satisfazer o homem, e parte da sua iniciativa. Que a mulher pode "conceder" por amizade ou cedência ou agradecimento ou caridade. Que os homens só pensam em sexo. E eu, claro, para me diferenciar passei a assumir logo "sexo não me interessa, não sou como eles". No dia em que perdi a virgindade, tive próximo de pedir desculpas à miúda. E quando ela me disse que podíamos ficar juntos mas não voltávamos a foder, eu disse que compreendia

    Há tipos que pedem desculpa por possuir um pénis. E isto com a plena noção de que ter um pénis diz zero respeito à forma como o utilizas (podes dormir com muitas mulheres, ou com homens, ou com ovelhas como se faz no Alentejo ou com ninguém; Um bom amigo meu por razões religiosas (é budista) não fode nem se masturba há 19 anos. E essa também é uma opção válida)

    Se tivesse conhecido o venerável Martini, sei o que tinha feito ele se me conhecesse aos 14 anos





    Queres ouvir aquilo que eu demorei 7 anos de vida sexual a compreender (e mais quatro de relação a assumir?)

    Cá vai.

    As mulheres gostam (muito muito muito) mais de sexo do que os homens.

    (Escrevi "gostam" e não "veneram" ou "precisam" porque estou a estabelecer a fasquia por baixo)

    (Escrevi "sexo" e não "foder", ou "picha" como dizia o Pai do primo do Valete, por uma questão de educação).

    Agora que sabes isso, conta-me: Que atitude terás daqui para diante?
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    Mensagem em Qui Out 19, 2017 12:56 am  ScramblerLane

    Já respondo aos vossos comentários. Entretanto, fui ao cinema em grupo e ela foi connosco.

    Tive treino de basquete antes, o que até foi bom porque forçou-me literalmente a deixar de pensar nela porque estava exausto em campo, sempre a correr. E foi divertido.

    Eles jantaram lá, eu só cheguei mais tarde.

    Inicialmente não falei com ela, não deu. Ela é querida só que introvertida e um bocado tímida e não metia conversa comigo inicialmente, mas falava comigo se falasse com ela.

    Já dentro do cinema até ao intervalo também não deu para grande coisa. Consegui sentar-me ao lado dela com alguma sorte. No intervalo é que estive a conversar com ela. Ela disse-me que não tinha achado piada ao filme do Lego Batman, e eu tive uma reação genuina de surpresa e discutimos de maneira engraçada, fiz-lhes umas perguntas e tal. Ela ria-se do que eu dizia, e em geral estava tudo bem.

    Depois quando saímos, a minha irmã foi à casa de banho e foi aí que tive mais tempo para falar com ela ( só uns 3 minutos ou algo assim). Eu estava a tease her, estava muito relaxado encostado a um balcão e ela também apoiou-se com 1 mão e cruzou as pernas (considero ser um IOI, "não tenciono sair daqui") falamos mais de filmes, e pus pressão nela para manter a conversa,  e teve uma vez que eu mandei uma piada fraca que eu próprio pensei para mim mesmo "ugh" e ela passado uns segundos riu-se. Para mim o maior IOI da noite. O meu contato visual estava ótimo, e ela não aguentava muito tempo a olhar para mim mas tentava. No entanto foi impressionante a facilidade que estava a ter de manter contato visual com ela. Continuamos a falar e a andar só que iamos sendo interrompidos. Depois tiramos fotos de grupo e tal, ela estava-se a divertir. Fizemos umas brincadeiras em grupo
    .
    Já a tinha adicionado no face, e quando cheguei a casa adicionei-a no insta.

    Foi pouquíssimo tempo para o que eu queria, mas em geral saí de lá contente por ver que nós tivemos uma boa química, ela ria-se muito facilmente do que eu dizia, com ou sem tentar, mas foi pouco tempo, senão teria durado muito mais a conversa. Ali na saída do filme estava ótimo, a body language estava ótima mas não deu para mais.

    Eu na hora achei, isto está a correr mesmo bem, tem imenso potencial, pena não ter mais tempo.

    O meu plano inicial para o que fazer da próxima vez era quando estivesse com ela e conseguisse ter uma conversa de uns 20 minutos seguidos em que ela estava a mostrar bons sinais a rir-se etc. perguntava-lhe se ela era forte, ligeiro kino, "gostas de desporto?", "já experimentas-te mini golf?" , "Então tens de ir comigo um dia destes", "não és má perdedora pois não?" se a resposta fosse minimamente decente, depois trocávamos de número, mudava de assunto. Passado uns dias, ligava-lhe e convidava-a para o meu jantar de anos na semana a seguir.

    No entanto, a minha irmã é contra.
    Ela diz para eu não ficar com o número dela e falar por face ou instagram, quando eu lhe disse que era para convidar para o meu jantar de anos disse "talvez" mas só disse isso para eu ir embora, nota-se que ela ficou ansiosa e acha que não vai dar certo o coiso do número. Custa-me ir contra a minha irmã porque ela já esteve certa. E sim, as raparigas às vezes não se conhecem a si próprias mas será que todos os seus conselhos estão sempre errados? Esta amiga é próxima, por isso devia ter mais cuidado. E algumas das raparigas com que estive com no passado introvertidas falávamos bastante por mensagem. Podia ter "despachado mais rápido" sem dúvida, mas acho que foi útil. Talvez experimentasse isso.

    Honestamente, a minha intuição diz-me, pela maneira que ela reagiu a mim, que é preciso muito pouco para pôr pressão nela, ou sou eu que tenho jeito para isso, que uma msg minha irá ter o mesmo efeito de um telefonema, porque também vai ser inesperado, não está a espera que eu tenha coragem para tal. Fiz pouco para pô-la aos risos, como se lhe estivesse a fazer um teasing mais intenso do que realmente fiz.

    Vejo algumas semelhanças entre esta rapariga e a última, as duas precisam de bastante conforto.

    Tudo bem eu não ficar com o número. Posso sempre convidá-la por mensagem, mas ia ser uma msg longa etc. e queria marcar o jantar para uma sexta feira mas não sei se ela vai estar cá ou vai para a terrinha. Isto tudo por mensagem é complicado.  E eu não sou bom a mensagens. Eu não me sinto à vontade, não sei o que dizer. No entanto, compreendo que a rapariga sinta-se mais à vontade se eu mandar mensagens, o que neste caso, faltando conforto, talvez fosse boa ideia. De qualquer maneira, o ideal seria próxima semana sexta-feira jantar e ir sair, onde eu iria para o KC.

    Como o Martini disse, se o grupo vê-se regularmente não é tão necessário o telefone. Não sei o que fazer. Sei que nós aqui temos a mentalidade "foda-se siga" mas não quero assustar a miúda que é introvertida e um bocado tímida.

    Sei que são grandes fãs das chamadas telefónicas. Eu também. Só que não é verdade que para cada regra há um conceito por trás? Pressupõe-se neste caso que há um certo nível de conforto? A mim parece-me que uma chamada telefónica para a maioria das raparigas é inesperada, confiante, por isso criando atração mas reduzindo o conforto. Concordam? Talvez sugerem muito os telefonemas porque a maioria das raparigas precisam de mais atração. E se já houver atração (ou for facilmente aumentada, que parece-me ser o caso) mas for preciso de conforto? Não será que mensagens sejam melhores nesse caso?  

    Somos capazes de fazer alguma coisa amanhã à noite. Desta vez um jantar, ou um café ou algo assim. Deverá dar para ter conversas mais longas.

    Desculpem sei que parece que é gira o disco toca o mesmo mas eu realmente tenho estas dúvidas. Isto é cliché e talvez consideram irrelevante mas gosto mesmo da rapariga, não conheço a personalidade dela ainda muito bem mas quando estou com ela sinto que temos uma química muito boa, como se as conversas encaixassem muito facilmente. E é linda.

    Sobre o que disseram antes:


    É verdade. Sinto isso. Vou experimentar mudar a maneira como eu falo, isso também influenciará a maneira com eu penso. A partir de agora Alchemist, vou forçar-me a ver as coisas de outra maneira: que o sexo é ótimo para mim e para ela melhor ainda. E que ao levá-la para a cama de uma forma que ela sinta-se completamente à vontade é fazer-nos aos dois uma grande vontade. Que ela gostaria de ir para a cama comigo, mas precisa de se sentir à vontade comigo primeiro.

    Soube que a rapariga é virgem.

    A minha irmã já me contou que a F disse-lhe que a colega de casa dela levava para lá rapazes passado 3-4 semanas e que ela achava isso mesmo rápido, e que a colega de casa dela achava que era assim que mantia os rapazes que acabaram por a deixar.

    Sim uma parte de mim tem medo de ir "à velocidade que eu quero" porque ela pode genuinamente não se sentir à vontade para ter sexo ainda (por talvez ser virgem) e eu por me armar em grande PUA (porque acho que tenho que fazer o FC XPTO irlandês) faço uma merda qualquer em vez de ter paciência . A outra parte de mim tem medo de ir devagar demais por acreditar no que ela diz logicamente e ela farta-se. Vêem? Ter medo de ir rápido demais e devagar demais é de loucos.

    Acima de tudo digam-me qual devo ser o objetivo para a próxima vez que tiver com ela, tipo estabelecer mais conforto, e depois? Mensagens, peço o telefone?

    Estou mais para o lado das mensagens, nem que seja apenas por uns dias e depois deixamos de falar até ao jantar (que por mim faria numa quinta em vez de sexta se quisesse dizer que ela viria).


    Última edição por ScramblerLane em Qui Out 19, 2017 9:19 pm, editado 1 vez(es)
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    Mensagem em Qui Out 19, 2017 1:01 am  ScramblerLane

    Martini Man escreveu:
    ScramblerLane escreveu: mesmo se não houvesse KC ela teria me "perdoado"

    Exemplo perfeito da mentalidade Calimero...

    Perdoado, porque?  Porque tu ias inocular-lhe um Alien na barriga a partir do vosso beijo? Só pode...

    Esse perdoado denuncia a quantidade de merdas parvas (been there do that) que tens na cabeça a começar pela " Eu vou-lhe roubar uma coisa"; até ao "Eu não presto pra ela". Enquanto não resolveres isto não vai a lado nenhum

    Realmente só a reler é que se percebe isso. Vou fazer o melhor que consiga para falar de outra maneira. Realmente soou muito mal. Como se ela fosse a rainha e ela é que me está a avaliar para ver se eu a mereço.

    Muito mal pensado.

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